
Uma crônica sobre posse, mordomia e o Dono de todas as coisas.
Isso É Meu!
Crônica #6Baseada em 1 Crônicas 29:10-14,16. Numa tarde de outono em Pedrabela, Samuel grita com a irmã Isabel por causa de uma coleção de lápis coloridos — e Dona Luísa o conduz, pela oração do rei Davi, a descobrir que ninguém pode dizer 'é meu' com a última palavra.
“Porque tudo vem de ti, e das tuas mãos to damos. Pois somos estrangeiros diante de ti e forasteiros, como foram todos os nossos pais.”
Personagens
Samuel
Menino cuidadoso e organizado, dono de uma coleção extraordinária de lápis coloridos, que descobre numa tarde de outono que a linha entre cuidar e fechar-se pode ser mais fina do que parece.
Isabel
Irmã mais nova de Samuel, oito anos, olhos grandes e curiosos, que pega três lápis emprestados sem pedir e recebe, sem querer, a lição no lugar do irmão.
Dona Luísa
Mãe de Samuel e Isabel, ex-professora, sábia e serena, que ouve tudo da cozinha e escolhe entrar na sala não com pressa, mas com a Palavra.
David
Amigo de sempre de Samuel, que aparece nas margens da rotina — nos parques, nas corridas de outono — como testemunha silenciosa da vida do vilarejo.
Capítulos
- Prólogo
Quem Pode Dizer 'É Meu'?
- Parte I
Pedrabela em Ritmo de Rotina
- Parte II
Os Lápis de Samuel
- Parte III
A Tarde do Parque
- Parte III
A Sala Revirada
- Parte IV
A Tempestade
- Parte V
Dona Luísa Entra na Sala
- Parte VI
No Tapete
- Parte VII
O Que o Rei Davi Descobriu
- Parte VIII
As Palavras do Rei
- Parte IX
Os Lápis e o Dono de Todas as Coisas
- Parte X
O Que Estava Por Baixo
- Parte XI
A Generosidade de Deus
- Parte XII
De Volta Aos Lápis
- Parte XIII
Samuel e Isabel
- Epílogo
O que Dona Luísa Escreveu
